Já estou cansado de saber a verdade.
E de também escutar de ti... de todo o mal.
É interessante me perceber ator - no palco.
E intrigante te perceber no foco.
Este Fevereiro foi antídoto.
Mas me surte uma repulsa de muitos.
Um pavor de corpos que estão fora do meu limite corporal.
Um enjoo ancestral, um pecado quase.
Assim, tudo que me chega - sem que eu queira
é parte de um quebra-cabeças de sentimentos e sensações.
Vergonha.
Me sinto nu perante às evidências.
Aquilo que não deve ser repassado porque me desmoraliza.
Pena.
domingo, 6 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Palco
Cada apresentação é como um primeiro beijo de um casal apaixonado.
É único em sensação e todo o resto.
E é por isso que nunca é igual.
O frio na barriga é combustível.
Talvez seja o motivo de minha grande paixão ser, de fato, o teatro.
E sempre é novo, sempre gostoso e diferente.
Único!
Não há ser que o substitua.
Se vier, que seja para complementar...
É único em sensação e todo o resto.
E é por isso que nunca é igual.
O frio na barriga é combustível.
Talvez seja o motivo de minha grande paixão ser, de fato, o teatro.
E sempre é novo, sempre gostoso e diferente.
Único!
Não há ser que o substitua.
Se vier, que seja para complementar...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
bolor
Nossa bagunça tão desarumada, e não menos descartada...
Chego então e as coisas parecem "estar no lugar" mais até mesmo de antes de bagunçarmos.
Me sinto estranho pela impotencia de não ter que rearrumar tudo.
De também perceber que cada prateleira de saudade, rancor, ódio e perda
-sem falar da pequena e estreita prateleira do amor, onde guardo os maiores tesouros...
estão todas enfileiradas.. e poderia dizer quase, por ordem alfabética.
Como poderei esbravejar, sentir, pensar e agir...
Diante de tantas coisas arrumadas.
Mas não nego o feromônio que há muito deixou de ser físico e limitado.
Este ultrapassa a sentimentoteca e segue vagueando por onde deseja dispertar.
E ao amanhecer... me vejo sozinho na sala tão grande, prostrada de prateleiras frias e inúteis.
O número de um dos arquivos? Segue na prateleira próxima ao rodapé e de número cinco.
Chego então e as coisas parecem "estar no lugar" mais até mesmo de antes de bagunçarmos.
Me sinto estranho pela impotencia de não ter que rearrumar tudo.
De também perceber que cada prateleira de saudade, rancor, ódio e perda
-sem falar da pequena e estreita prateleira do amor, onde guardo os maiores tesouros...
estão todas enfileiradas.. e poderia dizer quase, por ordem alfabética.
Como poderei esbravejar, sentir, pensar e agir...
Diante de tantas coisas arrumadas.
Mas não nego o feromônio que há muito deixou de ser físico e limitado.
Este ultrapassa a sentimentoteca e segue vagueando por onde deseja dispertar.
E ao amanhecer... me vejo sozinho na sala tão grande, prostrada de prateleiras frias e inúteis.
O número de um dos arquivos? Segue na prateleira próxima ao rodapé e de número cinco.
domingo, 30 de janeiro de 2011
.
Quando fechamos os olhos perdemos o equilíbrio do corpo.
Quando cegamos por conta do coração perdemos o equilíbrio da vida.
Quando cegamos por conta do coração perdemos o equilíbrio da vida.
perca
Busca de toda a forma possível de ocupar a mente.
É em um minuto e já nos pegamos com a mente distraída... perdendo o foco que ela escolheu.
De repente e se esquece no que se estava gastando o tempo.
Perde-se o perder do tempo por uma fração de distração.
O maior receio é entrar em certas ondas que nos levam ao alto-mar
Que de tão alto não se desce
Perde-se as velas
e fica-se sem ver navios, ao sabor salgado e sem fim.
É em um minuto e já nos pegamos com a mente distraída... perdendo o foco que ela escolheu.
De repente e se esquece no que se estava gastando o tempo.
Perde-se o perder do tempo por uma fração de distração.
O maior receio é entrar em certas ondas que nos levam ao alto-mar
Que de tão alto não se desce
Perde-se as velas
e fica-se sem ver navios, ao sabor salgado e sem fim.
patife
tu incomodastes mais do q eu queria.. mais do q tu deverias.. mais do que o plano. agora... nao te faças de preocupado
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Over
Sempre pela tarde.
Caminhava pelas ruas de Lá. Quando retornava ao lar obeservava o entardecer.
Quando não ia à casa das amigas, ficava em casa escrevendo, desenhando.
Preparava o café para esperá-Lo. O cheiro dos grãos torrados.
Era gostoso escutar a chave destrancando a fechadura.
Eu fingia que nem percebia, fingia que nem estava à Sua espera.
Mesmo passando a tarde querendo vê-Lo.
E era uma passada rápida. Antes da aula.
Tempo de lanchar, me beijar, talvez amar... e me deixar.
A diferença Daquele tempo para hoje...
é que Naquele tempo eu O perdia pela manha, pela tarde e pela noite... mas sabia que dormiríamos juntos.
Hoje sei que nos perdemos.
Caminhava pelas ruas de Lá. Quando retornava ao lar obeservava o entardecer.
Quando não ia à casa das amigas, ficava em casa escrevendo, desenhando.
Preparava o café para esperá-Lo. O cheiro dos grãos torrados.
Era gostoso escutar a chave destrancando a fechadura.
Eu fingia que nem percebia, fingia que nem estava à Sua espera.
Mesmo passando a tarde querendo vê-Lo.
E era uma passada rápida. Antes da aula.
Tempo de lanchar, me beijar, talvez amar... e me deixar.
A diferença Daquele tempo para hoje...
é que Naquele tempo eu O perdia pela manha, pela tarde e pela noite... mas sabia que dormiríamos juntos.
Hoje sei que nos perdemos.
Assinar:
Postagens (Atom)